ATENÇÃO! Informe do Grupo de Empregos em Brasília...

Cada empresa é responsável pela a própria vaga divulgada, bem como, todas as informações que constam nela. Não cabendo ao grupo responder por nenhuma das vagas divulgadas.

Pesquisar

Ao compartilhar uma vaga do GEBE, favor mencionar como sua fonte.
Colabore com o nosso site clicando nos anúncios do Google diariamente, desde já, agradecemos!
Desconfie de empresas que solicitam os dados de seus documentos.
O GEBE não possui relação com instituições do Governo. Lutamos contra o desemprego com recursos próprios!

sábado, 4 de fevereiro de 2017

'Geração do diploma' lota faculdades, mas decepciona empresários

  • 9 outubro 2013

Nunca tantos brasileiros chegaram às salas de aula das universidades, fizeram pós-graduação ou MBAs. Mas, ao mesmo tempo, não só as empresas reclamam da oferta e qualidade da mão-de-obra no país como os índices de produtividade do trabalhador custam a aumentar.
Na última década, o número de matrículas no ensino superior no Brasil dobrou, embora ainda fique bem aquém dos níveis dos países desenvolvidos e alguns emergentes. Só entre 2011 e 2012, por exemplo, 867 mil brasileiros receberam um diploma, segundo a mais recente Pesquisa Nacional de Domicílio (Pnad) do IBGE.
"Mas mesmo com essa expansão, na indústria de transformação, por exemplo, tivemos um aumento de produtividade de apenas 1,1% entre 2001 e 2012, enquanto o salário médio dos trabalhadores subiu 169% (em dólares)", diz Rafael Lucchesi, diretor de educação e tecnologia na Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Curtiu? Siga a BBC Brasil no Facebook e no Twitter.
A decepção do mercado com o que já está sendo chamado de "geração do diploma" é confirmada por especialistas, organizações empresariais e consultores de recursos humanos.
"Os empresários não querem canudo. Querem capacidade de dar respostas e de apreender coisas novas. E quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria", diz o sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore.
Entre empresários, já são lugar-comum relatos de administradores recém-formados que não sabem escrever um relatório ou fazer um orçamento, arquitetos que não conseguem resolver equações simples ou estagiários que ignoram as regras básicas da linguagem ou têm dificuldades de se adaptar às regras de ambientes corporativos.
"Cadastramos e avaliamos cerca de 770 mil jovens e ainda assim não conseguimos encontrar candidatos suficientes com perfis adequados para preencher todas as nossas 5 mil vagas", diz Maíra Habimorad, vice-presidente do DMRH, grupo do qual faz parte a Companhia de Talentos, uma empresa de recrutamento. "Surpreendentemente, terminanos com vagas em aberto."
Outro exemplo de descompasso entre as necessidades do mercado e os predicados de quem consegue um diploma no Brasil é um estudo feito pelo grupo de Recursos Humanos Manpower. De 38 países pesquisados, o Brasil é o segundo mercado em que as empresas têm mais dificuldade para encontrar talentos, atrás apenas do Japão.
É claro que, em parte, isso se deve ao aquecimento do mercado de trabalho brasileiro. Apesar da desaceleração da economia, os níveis de desemprego já caíram para baixo dos 6% e têm quebrado sucessivos recordes de baixa.
Mas segundo um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) divulgado nesta semana, os brasileiros com mais de 11 anos de estudo formariam 50% desse contingente de desempregados.
"Mesmo com essa expansão do ensino e maior acesso ao curso superior, os trabalhadores brasileiros não estão conseguindo oferecer o conhecimento específico que as boas posições requerem", explica Márcia Almstrom, do grupo Manpower.

Causas

Especialistas consultados pela BBC Brasil apontam três causas principais para a decepção com a "geração do diploma".
A principal delas estaria relacionada a qualidade do ensino e habilidades dos alunos que se formam em algumas faculdades e universidades do país.
Os números de novos estabelecimentos do tipo criadas nos últimos anos mostra como os empresários consideram esse setor promissor. Em 2000, o Brasil tinha pouco mais de mil instituições de ensino superior. Hoje são 2.416, sendo 2.112 particulares.
"Ocorre que a explosão de escolas superiores não foi acompanhada pela melhoria da qualidade. A grande maioria das novas faculdades é ruim", diz Pastore.
Tristan McCowan, professor de educação e desenvolvimento da Universidade de Londres, concorda. Há mais de uma década, McCowan estuda o sistema educacional brasileiro e, para ele, alguns desses cursos universitários talvez nem pudessem ser classificados como tal.
"São mais uma extensão do ensino fundamental", diz McCowan. "E o problema é que trazem muito pouco para a sociedade: não aumentam a capacidade de inovação da economia, não impulsionam sua produtividade e acabam ajudando a perpetuar uma situação de desigualdade, já que continua a ser vedado à população de baixa renda o acesso a cursos de maior prestígio e qualidade."
Para se ter a medida do desafio que o Brasil têm pela frente para expandir a qualidade de seu ensino superior, basta lembrar que o índice de anafalbetismo funcional entre universitários brasileiros chega a 38%, segundo o Instituto Paulo Montenegro (IPM), vinculado ao Ibope.
Na prática, isso significa que quatro em cada dez universitários no país até sabem ler textos simples, mas são incapazes de interpretar e associar informações. Também não conseguem analisar tabelas, mapas e gráficos ou mesmo fazer contas um pouco mais complexas.
De 2001 a 2011, a porcentagem de universitários plenamente alfabetizados caiu 14 pontos - de 76%, em 2001, para 62%, em 2011. "E os resultados das próximas pesquisas devem confirmar essa tendência de queda", prevê Ana Lúcia Lima, diretora-executiva do IPM.
Segundo Lima, tal fenômeno em parte reflete o fato da expansão do ensino superior no Brasil ser um processo relativamente recente e estar levando para bancos universitários jovens que não só tiveram um ensino básico de má qualidade como também viveram em um ambiente familiar que contribuiu pouco para sua aprendizagem.
"Além disso, muitas instituições de ensino superior privadas acabaram adotando exigências mais baixas para o ingresso e a aprovação em seus cursos", diz ela. "E como consequência, acabamos criando uma escolaridade no papel que não corresponde ao nível real de escolaridade dos brasileiros."

Postura e experiência

A segunda razão apontada para a decepção com a geração de diplomados estaria ligada a “problemas de postura” e falta de experiência de parte dos profissionais no mercado.
"Muitos jovens têm vivência acadêmica, mas não conseguem se posicionar em uma empresa, respeitar diferenças, lidar com hierarquia ou com uma figura de autoridade", diz Marcus Soares, professor do Insper especialista em gestão de pessoas.
"Entre os que se formam em universidades mais renomadas também há certa ansiedade para conseguir um posto que faça jus a seu diploma. Às vezes o estagiário entra na empresa já querendo ser diretor."
As empresas, assim, estão tendo de se adaptar ao desafio de lidar com as expectativas e o perfil dos novos profissionais do mercado – e em um contexto de baixo desemprego, reter bons quadros pode ser complicado.
Para Marcelo Cuellar, da consultoria de recursos humanos Michael Page, a falta de experiência é, de certa forma natural, em função do recente ciclo de expansão econômica brasileira.
"Tivemos um boom econômico após um período de relativa estagnação, em que não havia tanta demanda por certos tipos de trabalhos. Nesse contexto, a escassez de profissionais experientes de determinadas áreas é um problema que não pode ser resolvido de uma hora para outra", diz Cuellar.
Nos últimos anos, muitos engenheiros acabaram trabalhando no setor financeiro, por exemplo.
"Não dá para esperar que, agora, seja fácil encontrar engenheiros com dez ou quinze anos de experiência em sua área – e é em parte dessa escassez que vem a percepção dos empresários de que ‘não tem ninguém bom’ no mercado", acredita o consultor.

'Tradição bacharelesca'

Por fim, a terceira razão apresentada por especialistas para explicar a decepção com a "geração do diploma" estaria ligada a um desalinhamento entre o foco dos cursos mais procurados e as necessidades do mercado.
De um lado, há quem critique o fato de que a maioria dos estudantes brasileiros tende a seguir carreiras das ciências humanas ou ciências sociais - como administração, direito ou pedagogia - enquanto a proporção dos que estudam ciências exatas é pequena se comparada a países asiáticos ou alguns europeus.
"O Brasil precisa de mais engenheiros, matemáticos, químicos ou especialistas em bioquímica, por exemplo, e os esforços para ampliar o número de especialistas nessas áreas ainda são insuficientes", diz o diretor-executivo da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Gabriel Rico.
Segundo Rico, as consequências dessas deficiências são claras: "Em 2011 o país conseguiu atrair importantes centros de desenvolvimento e pesquisas de empresas como a GE a IBM e a Boeing", ele exemplifica. "Mas se não há profissionais para impulsionar esses projetos a tendência é que eles percam relevância dentro das empresas."
Do outro lado, também há críticas ao que alguns vêem como um excesso de valorização do ensino superior em detrimento das carreiras de nível técnico.
"É bastante disseminada no Brasil a ideia de que cargos de gestão pagam bem e cargos técnicos pagam mal. Mas isso está mudando – até porque a demanda por profissionais da área técnica tem impulsionado os seus salários", diz o consultor.
Rafael Lucchesi concorda. "Temos uma tradição cultural baicharelesca, que está sendo vencida aos poucos”, diz o diretor da CNI – que também é o diretor-geral do Senai (Serviço Nacional da Indústria, que oferece cursos técnicos).
Segundo Lucchesi, hoje um operador de instalação elétrica e um técnico petroquímico chegam a ganhar R$ 8,3 mil por mês. Da mesma forma, um técnico de mineração com dez anos de carreira poderia ter um salário de R$ 9,6 mil - mais do que ganham muitos profissionais com ensino superior.
"Por isso, já há uma procura maior por essas formações, principalmente por parte de jovens da classe C, mas é preciso mais investimentos para suprir as necessidades do país nessa área", acredita.

39 VAGAS - GRUPO PROJEÇÃO



Vagas Disponíveis

Vagas para Pessoas com Deficiência    Ver Vaga
Pessoas com Deficiência - 10 vagas disponíveis

44
Grupo Projeção contrata Pessoas com Deficiência - PCD. Temos diversas oportunidades.

Auxiliar em Gestão Educacional - Limpeza e Conservação    Ver Vaga
Auxiliar de Gestão Educacional - Limpeza e Conservação - 1 vaga disponível

44
R$ 1.100,00
Limpar, organizar e manter em excelente estado de conservação todas as salas de aula, banheiros, áreas de convivência, espaço para refeições, descanso e demais ambientes utilizados pelos alunos, colaboradores e visitantes. Manipular produtos e equipamentos utilizados para limpeza de ambientes internos e externos. Acondicionar, utilizar de forma racional e controlar o uso dos materiais e equipamentos empregados nas atividades.

Docente - Mestre em Ciências Contábeis    Ver Vaga
Escola de Negócios - Professor de Contabilidade - 2 vagas disponíveis

Taguatinga
Professores com Mestrado ou Doutorado para ministrar disciplinas no curso de Ciências Contábeis.

Docente    Ver Vaga
Professor - Direito - 5 vagas disponíveis

12
R$ 40,00
Sobradinho
Sala de aula, elaboração de provas e trabalhos. Unidades disponíveis para as oportunidades de docentes: Sobradinho, Guará II e Ceilândia.

Tutor - Economia    Ver Vaga
Tutor - Economia - 11 vagas disponíveis

4
R$ 1.200,00
Sobradinho
Acompanhamento dos alunos por meio da tutoria; Acompanhamento nas provas. Oportunidades para as unidades: Sobradinho, Guará, Ceilândia, Taguatinga e Taguatinga Norte.

Docente - Mestre em Secretariado Executivo    Ver Vaga
Professor - Secretariado Executivo Bilingue - 3 vagas disponíveis

Taguatinga Norte
Sala de aula, elaboração de provas e trabalhos.

Gerente de Patrimônio - Engenharia Civil    Ver Vaga
Gerente de Patrimônio - Engenharia Civil - 1 vaga disponível

44
R$ 8.000,00
Taguatinga
Segunda a sexta de 8h Às 18h e Sábado de 8h às 12h
Responder pela organização e planejamento das Obras; Responder pelas auditorias; Supervisionar a contratação e execução de serviços relacionados a infraestrutura predial em consonância com as normas e padrões dos órgãos fiscalizadores; Gestão dos Contratos de Locação; Acompanhar os Interesses da Mantenedora nas Assembleias de Condomínio; Responder pela documentação de todos os Imóveis do Grupo; Responder pela gestão e controle de todo o mobiliário do Grupo;

Docente - Doutor em Pedagogia    Ver Vaga
Professor - Serviço Social - 1 vaga disponível

Taguatinga
Professor atuação em sala de aula; Provas, relatórios

Analista em Gestão Educacional - Assistência Administrativa    Ver Vaga
Analista em gestão educacional - Assistência Administrativa - 2 vagas disponíveis

34
R$ 2.000,00
Sobradinho
Segunda a sexta das 16:45 às 23:00 e sábados das 08:00 às 12:00.
Acompanhar o efetivo cumprimento dos horários do Corpo Docente, visando garantir que as aulas iniciem e terminem de acordo com a programação. Atuar de forma preventiva para que as instalações e equipamentos estejam em ordem para o período das aulas. Fornecer informações aos alunos, visando facilitar o acesso aos serviços da instituição. Fazer a gestão da organização do espaço físico para eventos em concordância com a Direção da Unidade.

Auxiliar de Gestão Educacional - Portaria    Ver Vaga
Auxiliar de Gestão Educacional - Portaria - 1 vaga disponível

30
Ceilândia
Segunda a sexta das 16h45 ás 23h00
Recepcionar de forma adequada os usuários que procuram as recepções das Unidades Educacionais do Grupo Projeção, garantindo excelente atendimento. Manter o controle de acesso dos alunos, colaboradores e usuários, garantindo que somente quando devidamente autorizados, possam acessar as dependências das Unidades Educacional do Grupo Projeção.

Técnico de Gestão Educacional - Recepção    Ver Vaga
Técnico de Gestão Educacional - Recepção - 1 vaga disponível

30
Taguatinga
Segunda a sexta das 16h45 ás 23h00
Recepcionar de forma adequada os usuários que procuram a recepção da unidade, garantindo excelente atendimento; manter o controle de acesso dos alunos, colaboradores e usuários; efetuar o registro de ocorrências, liberações de acesso e o protocolo de correspondência.

Docente - Escola de Tecnologia    Ver Vaga
Professor de Tecnologia da Informação - 1 vaga disponível

12
Taguatinga
Disciplinas; Engenharia de Software II - segunda-feira - matutino Engenharia de Software I - quarta-feira - matutino Gerenciamento de Projetos - sábado - matutino

Nota da CAIXA sobre o FGTS - Contas Inativas

Ainda não foi divulgado o calendário de pagamento do dinheiro das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço



A Caixa Econômica Federal informa que o calendário de pagamento do saque de contas inativas do FGTS ainda não foi divulgado. A publicação das regras de saque e o calendário serão divulgados em fevereiro. A CAIXA ressalta ainda que todas as informações oficiais sobre o FGTS estão disponíveis no site da CAIXA www.caixa.gov.br e nos perfis do banco @imprensaCAIXA e @CAIXA.
A consulta ao saldo de contas inativas do FGTS pode ser realizada nos seguintes canais:
•    Aplicativo do FGTS;
•    Internet Banking;
•    Terminais de autoatendimento, por meio do Cartão do Cidadão.


Fonte: Caixa

CODHAB - Não perca o prazo! Habilitação de inscritos das faixas 3 e 4 do Gama tem data prorrogada

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB-DF) prorrogou até dia 31 de março o prazo para os inscritos das faixas 3 e 4 (com renda entre R$ 3.275,00 e 12 salários mínimos) realizarem a habilitação. Todos os inscritos fazem parte do Programa Habita Brasília, eixo Morar Bem.

Estagiários de Pedagogia

COLÉGIO EM BRASÍLIA SELECIONA ESTAGIÁRIOS DE PEDAGOGIA
Exige-se:
  • Estar regularmente matriculado em 2017
  • Cursar a partir do 3º semestre
  • Facilidade de trabalhar com crianças
Oferece:
  • Estágio nos horários das 7h às 13h ou das 13h às 19h
  • Bolsa + VT – Jornada 30 horas semanais
Atividades: Atuar com crianças de Educação Infantil ao Ensino Fundamental II


Interessados enviar curriculum caestagiodf@gmail.com No assunto coloque “Pedagogia 2017”

Estagiário de Psicologia


SELECIONAMOS ESTUDANTE PARA ACOMPANHAMENTO DE JOVEM ESPECIAL EM CURSO TÉCNICO NO IFB (Asa Norte)
Exige-se:
  • Disponibilidade turno MATUTINO
  • Organizada
  • Apresentar declaração de escolaridade Atual
  • Habilidades no trato com crianças
Oferece:
  • Bolsa Estágio R$ 600,00 + VT
  • Horário: 7h30 às 12h30 (de segunda a sexta-feira)
Atividades: Auxiliar a estudante nas atividades realizadas em sala de aula; facilitar sua interação com os demais; monitorar em questões comportamentais.


Interessados enviar curriculum caestagiodf@gmail.com No assunto coloque “Monitora Especial”

Faça sua PÓS a distância no conforto de sua casa!

Cursos Online na Área de Pós Graduação

Viagem e/ou Hotel em Promoção

Booking.com